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Como o álcool pode atrapalhar sua ereção

Álcool e sexo têm uma relação complicada. De acordo com um estudo recente sobre disfunção erétil (DE) relacionada ao comportamento, do Journal of Sexual Medicine*, quando o álcool é consumido com moderação (1 a 2 drinques por dia), ele aumenta o desejo e reduz a ansiedade sobre o desempenho sexual, ambos os quais são benéficos para a ereção.

No entanto, quando consumido em excesso, o álcool pode ter efeito oposto. Você pode não conseguir ter uma ereção, obter uma que seja mais fraca ou que não dure tanto quanto você gostaria.

Qual a dose que causa prejuízo? Não é uma pergunta fácil de responder. A tolerância ao álcool varia amplamente, dependendo da fisiologia de cada pessoa e de fatores como quanto você bebe e com que frequência, além da reação do corpo.

O álcool atua como um depressor do sistema nervoso central (SNC) e pode afetar alguns dos principais sistemas envolvidos na excitação e ereção sexual, na circulação sanguínea e na sensibilidade nervosa. Pode acontecer da seguinte forma:

  • Durante a excitação sexual, o cérebro envia mensagens ao pênis, dizendo-lhe para ficar ereto. A intoxicação pode diminuir ou interromper os sinais entre o cérebro e o corpo, resultando em DE.

  • A desidratação causada pelo consumo de álcool faz com que o volume sanguíneo diminua, reduzindo a circulação. Como as ereções dependem de um fluxo sanguíneo saudável, isso pode atrapalhar o funcionamento.

  • A desidratação também faz com que os níveis de angiotensina, um hormônio associado à DE, aumentem. Isso faz com que os vasos sanguíneos se contraiam, o que é o oposto do que precisa acontecer durante uma ereção.

A ocasional disfunção erétil induzida por álcool não é motivo de preocupação, saiba que isso pode acontecer com qualquer pessoa que ingere álcool de vez em quando. Relaxe e tenha uma comunicação aberta e honesta com sua parceria.

Mas se você repetidamente não conseguir ter uma ereção, mesmo quando sóbrio ou depois de beber uma pequena quantidade de álcool, pode ser interessante um aconselhamento com o urologista e sexólogo.

*Fonte: Journal of Sexual Medicine

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