Dr. Homero Ribeiro com a documentação do atendimento sobre a mesa do consultório em Brasília

Doença de Peyronie em Brasília: entenda a fase da doença antes de decidir o tratamento

Se o seu pênis começou a entortar de uma hora para outra, se apareceu um nódulo endurecido, se dói na ereção ou se você notou que ele encurtou ou ficou com um "estreitamento", é provável que esteja diante da Doença de Peyronie. Ela tem tratamento — clínico numa fase, cirúrgico em outra — e a decisão certa depende, antes de tudo, de saber em que fase a doença está.

Sou o Dr. Homero Ribeiro, urologista e andrologista em Brasília (CRM-DF 15092 | RQE 13443), com fellowship em Medicina Sexual pelo HC-FMUSP e formação específica em cirurgia da Doença de Peyronie. Trato a doença nas duas fases, no consultório e no centro cirúrgico.

  • Atendimento particular
  • Hora marcada
  • Consulta presencial e online
  • CRM-DF 15092 | RQE 13443
2 fases
tratamento clínico numa, cirúrgico em outra
6–18 meses
duração média da fase aguda, em que não se opera
3 meses
de estabilidade, no mínimo, antes de considerar cirurgia
3 caminhos
cirúrgicos: plicatura, enxerto ou prótese com correção
Definição

O que é a Doença de Peyronie

A Doença de Peyronie é a formação de uma placa de tecido cicatricial (fibrose) na túnica albugínea — a "capa" elástica que reveste os corpos cavernosos do pênis. Onde há placa, a túnica perde elasticidade. Na ereção, o lado saudável estica e o lado com placa não acompanha: o pênis curva para o lado da placa. Dependendo do formato e da posição da placa, em vez de curvatura pode surgir um afinamento em "ampulheta", um degrau, uma dobra ou perda de comprimento.

Não é câncer, não é contagiosa e não é causada por "uso" ou por falta dele. A causa mais aceita é a cicatrização anormal de microtraumas repetidos durante a relação sexual, em homens com predisposição. Há associação com a idade, com cirurgias na próstata, com tabagismo, com diabetes, com a contratura de Dupuytren (fibrose na palma da mão) e com história familiar.

As estimativas de prevalência variam bastante conforme o estudo — de 3% a 13% dos homens adultos — e o pico de aparecimento é entre os 50 e os 60 anos, embora eu atenda pacientes bem mais jovens. Em Brasília, isso significa dezenas de milhares de homens, a maioria sem diagnóstico.

Primeira pergunta

Peyronie ou pênis torto de nascença? A primeira pergunta a responder

Nem toda curvatura é Peyronie. A curvatura peniana congênita existe desde a adolescência, não tem placa, não dói e acontece porque um lado do pênis é naturalmente mais longo ou mais elástico que o outro. A Doença de Peyronie é adquirida: começa na vida adulta, costuma vir com dor e nódulo, e a curvatura muda ao longo dos meses.

A diferença importa porque o tratamento é outro. A curvatura congênita, quando atrapalha, é corrigida cirurgicamente de forma mais simples; a Peyronie precisa de acompanhamento por fases. Se a sua curvatura existe desde sempre, leia a página sobre pênis torto congênito.

Sinais

Sintomas: o que você pode notar

Os sinais mais comuns, isolados ou combinados:

  • Nódulo ou placa endurecida na haste do pênis, mais fácil de sentir com o pênis flácido.

  • Curvatura que surgiu ou mudou recentemente — para cima é o mais frequente, mas pode ser lateral, para baixo ou multiplanar.

  • Dorprincipalmente com a ereção, típica dos primeiros meses.

  • Deformidadeafinamento em ampulheta, "degrau", dobra em dobradiça, rotação.

  • Encurtamentomuitas vezes a queixa que mais incomoda.

  • Dificuldade de ereçãomais de dois terços dos homens com Peyronie relatam algum grau de disfunção erétil, por causa da placa, da dor ou da ansiedade que o problema gera.

Um sinal que costuma passar despercebido: a curvatura só aparece na ereção. No pênis flácido você sente o nódulo, mas não vê o desvio. É por isso que o diagnóstico exige ver o pênis ereto — e é por isso que fotos tiradas em casa ajudam na consulta (falo disso abaixo).

O que define o tratamento

As duas fases da doença — e por que isso muda tudo

Esta é a parte que a maioria das fontes não explica, e é a que define o tratamento.

Fase 1

Fase aguda (ativa ou inflamatória)

Dura em média de 6 a 18 meses a partir do início dos sintomas. É a fase em que a placa está se formando: há dor, a curvatura ainda está mudando e a deformidade pode piorar. Nesta fase não se opera. Operar uma placa que ainda está evoluindo é operar um alvo em movimento. O objetivo aqui é controlar a dor, tentar limitar a progressão, preservar o comprimento e manter uma função erétil adequada — porque, de cada 10 homens, 4 pioram nessa fase, e a doença pode se tornar complexa, com sequelas importantes.

Fase 2

Fase estável (crônica)

Considera-se a doença estável quando a dor desapareceu e a curvatura não muda há pelo menos 3 meses — na prática, geralmente a partir de 9 a 12 meses do início. A placa está madura. A partir daqui, o que existe de deformidade não vai melhorar sozinho, e é o momento de decidir: conviver, ou corrigir cirurgicamente.

Saber a fase é o primeiro objetivo da consulta. E é o motivo de eu pedir que você não adie a avaliação: quanto mais cedo na fase aguda, mais opções conservadoras fazem sentido.

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Diagnóstico

Como eu faço o diagnóstico no consultório

O diagnóstico é clínico, mas a decisão terapêutica precisa de medidas. A avaliação que faço inclui:

  1. 1

    História detalhada — quando começou, se houve trauma, se há dor, como a curvatura evoluiu, como está a ereção, o que já foi tentado, e o impacto na vida sexual e no casal.

  2. 2

    Exame físico com o pênis flácido: localização, tamanho e consistência da placa; medida do comprimento (referência para todo o acompanhamento).

  3. 3

    Ultrassonografia com Doppler de pênis com ereção fármaco-induzida — feita por mim, no consultório. Uma medicação aplicada no pênis produz a ereção (veja como é o TEFI) e, com ela, eu meço o grau exato da curvatura e o comprimento, mapeio a deformidade, localizo a placa e vejo se há calcificação, e avalio a circulação dos corpos cavernosos — essencial para saber se existe disfunção erétil associada e para planejar a cirurgia. É o método mais objetivo que existe e é o que as diretrizes internacionais recomendam antes de qualquer tratamento. Poucos serviços em Brasília fazem o Doppler no próprio consultório, no mesmo dia da consulta. Entenda o exame.

  4. 4

    Fotos padronizadas (que você pode trazer de casa, com o pênis ereto, de cima e de lado) e, quando indicado, exames de sangue — glicemia, perfil hormonal e lipídico — porque Peyronie e disfunção erétil compartilham fatores de risco.

Com isso eu classifico a doença — leve (curvatura até 30°), moderada (30° a 60°, ou com deformidade) ou grave (acima de 60°, com deformidade complexa ou com disfunção erétil) —, defino a fase e sei se a função erétil está preservada. São essas três informações que orientam tudo o que vem a seguir.

Dr. Homero Ribeiro prepara o transdutor do aparelho de ultrassonografia na sala de exames do consultório em BrasíliaDr. Homero Ribeiro ao console do aparelho de ultrassonografia, na sala de exames do consultório em Brasília
Tratamento de preservação

Tratamento na fase aguda: o que faz sentido e o que não faz

Sejamos francos: nenhum tratamento clínico "desfaz" a placa de forma confiável. O que a fase aguda permite é tratar a dor, tentar reduzir a progressão e, principalmente, proteger o comprimento e a função erétil e estabilizar a doença. É o que eu chamo de tratamento de preservação.

O que eu uso, com critério

  • 01

    Analgesia e anti-inflamatórios por curto período para a dor da fase inflamatória — recomendação forte nas diretrizes.

  • 02

    Tração peniana: dispositivos que alongam o pênis de forma controlada. É a única medida conservadora com evidência de ganho de comprimento e de alguma redução da curvatura (em torno de 15° em média nas revisões). No protocolo que prescrevo uso um dispositivo de tração multidirecional, cerca de 1 hora por dia, com treinamento e acompanhamento por 4 a 6 meses.

  • 03

    Ondas de choque de baixa intensidade: efeito demonstrado sobre a dor. Uso também como terapia adjuvante, em casos selecionados, com o objetivo de ajudar na estabilização da doença e na função erétil — a evidência para esses dois fins ainda é limitada, e eu digo isso ao paciente.

  • 04

    Bomba de vácuo como parte de uma estratégia combinada com tração, para manter o tecido cavernoso elástico, reduzir perda de comprimento e calibre e ajudar a manter a função erétil.

  • 05

    Tadalafila em dose diária baixa, principalmente quando há disfunção erétil associada — trata a ereção e ajuda na oxigenação do tecido.

  • 06

    Injeções na placa (verapamil, ácido hialurônico): a evidência é variável; podem ser consideradas em casos selecionados, com expectativa realista (redução média de curvatura modesta).

  • 07

    Outros medicamentos (vitamina E, coenzima Q10, pentoxifilina, L-carnitina, L-arginina) podem entrar em combinação, em casos selecionados, sabendo que a evidência é fraca — nunca como tratamento principal.

  • 08

    Terapia sexual e acompanhamento do casal: dor, medo de "quebrar", vergonha e evitação sexual são parte da doença. Como também sou terapeuta sexual, isso entra no plano quando é preciso — e frequentemente é.

Correção cirúrgica

Tratamento na fase estável: quando a cirurgia entra

Com a doença estável, a pergunta deixa de ser "vai melhorar?" e passa a ser "está atrapalhando?". Eu indico cirurgia quando a deformidade compromete a vida sexual — e isso tem forma concreta:

  • limita ou impede posições;
  • dificulta ou impede a penetração (o pênis escapa ou dobra);
  • causa dor em você ou desconforto na parceira ou no parceiro;
  • reduziu a amplitude do movimento ou o prazer;
  • o encurtamento ou a aparência mudou a sua relação com o próprio corpo.

Se a curvatura é discreta e não interfere, a resposta pode ser não operar. A decisão é sua, com a informação certa. Quando é operar, existem três caminhos, e a escolha depende de grau de curvatura, tipo de deformidade, comprimento do pênis e qualidade da ereção.

01

Plicatura peniana

É a técnica mais simples e a que eu mais uso. Com pequenas incisões ou pontos na túnica albugínea do lado oposto à placa, encurto o lado mais longo e o pênis fica alinhado. Indicada para curvaturas de até cerca de 45° a 60°, sem deformidade complexa e com ereção preservada.

O que você precisa saber antes: a plicatura corrige a curvatura em 85% a 97% dos casos, mas encurta o pênis entre 1 e 3 cm, porque o lado longo é reduzido até o comprimento do lado curto. Não é indicada quando há ampulheta importante, perda de volume ou curvatura acima de 60°. O risco de piorar a ereção é baixo (na literatura, 3% a 10%).

02

Cirurgia com enxerto

Para curvaturas acima de 60°, deformidades em ampulheta ou dobradiça, ou quando não é aceitável perder comprimento. Faço uma incisão (ou remoção parcial) da placa e substituo aquele segmento por um enxerto — tecido biológico ou material sintético registrado na Anvisa — que devolve elasticidade à túnica.

É uma cirurgia maior, com recuperação mais longa e que exige experiência específica. Corrige deformidades que a plicatura não corrige e preserva comprimento, mas o risco de disfunção erétil após o procedimento é claramente maior (as séries relatam até metade dos pacientes com piora da ereção quando a função já era limítrofe). Por isso ela só é indicada com ereção boa e documentada no Doppler.

03

Prótese peniana com correção da curvatura

Quando a Doença de Peyronie vem acompanhada de disfunção erétil que não responde a medicamentos, ou quando há uma deformidade complexa, a resposta correta é o implante de prótese peniana — inflável ou maleável — com correção da curvatura no mesmo ato cirúrgico (por modelagem, plicatura ou enxerto sobre a prótese). Resolve os dois problemas de uma vez: a ereção e o alinhamento.

Como eu decido entre as três

Curvatura até ~60°, pênis com bom comprimento, ereção boaPlicatura
Curvatura > 60°, ampulheta ou dobradiça, ereção boaEnxerto
Perda de comprimento importante, ereção boaEnxerto (ou plicatura, se a perda adicional for aceitável para você)
Disfunção erétil que não responde a medicamentos, qualquer curvaturaPrótese com correção
Placa calcificada extensa ou "ampulheta" graveEnxerto ou prótese, conforme a ereção

Essa tabela é um mapa, não uma sentença: a decisão final considera as suas prioridades — para alguns homens 2 cm a menos é inaceitável; para outros, uma cirurgia mais simples vale mais.

Cirurgia

Como é a cirurgia e a recuperação

Opero em hospitais de referência em Brasília, com sedação ou raquianestesia. A plicatura leva em média 60 minutos; o enxerto e a prótese, cerca de 2 a 3 horas. Na maioria dos casos a alta é no dia seguinte.

O que esperar depois:

  1. Primeira semana: inchaço e hematoma são normais; repouso relativo, sem esforço; anti-inflamatório e antibiótico de rotina, analgésico sob demanda.

  2. 2 a 4 semanas: retorno às atividades de rotina.

  3. 4 a 6 semanas: liberação para atividade sexual, após reavaliação.

  4. Tração no pós-operatório: nas cirurgias com enxerto, para proteger o comprimento.

  5. Sensibilidade: pode ficar reduzida por semanas e costuma voltar; é um ponto que discuto antes da cirurgia.

  6. Retornos programados ao longo de 3 meses, com nova medida de curvatura e comprimento.

Além da placa

O que a Doença de Peyronie faz com a cabeça — e com o casal

Não é frescura: os estudos mostram que a maioria dos homens com Peyronie relata sofrimento emocional relevante, e quase metade tem sintomas depressivos. O medo de "quebrar", a vergonha de mostrar o pênis e a evitação sexual costumam aparecer antes mesmo de a curvatura atrapalhar mecanicamente.

Por isso, no meu consultório o tratamento de Peyronie não é só da placa. Quando indicado, o plano inclui acompanhamento em terapia sexual (minha própria formação, pelo IPq-HC-FMUSP) e, se necessário, a equipe multiprofissional com que trabalho. Trazer a parceira ou o parceiro à consulta ajuda — e é bem-vindo.

Dúvidas frequentes

Perguntas frequentes

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Doença de Peyronie tem cura?

A placa, uma vez formada, não desaparece sozinha na maioria dos casos. O que existe é tratamento eficaz para cada fase: controle da dor, preservação do comprimento e da ereção na fase aguda, e correção cirúrgica da deformidade na fase estável, com altas taxas de alinhamento. O objetivo do tratamento é devolver uma vida sexual sem limitação — e isso é alcançável na grande maioria dos casos.

A curvatura pode melhorar sozinha?

Em uma minoria de pacientes (na literatura, em torno de 10%) há melhora espontânea na fase aguda; cerca de 40% dos casos pioram. Por isso a avaliação precoce importa: é na fase aguda que dá para tentar limitar a progressão.

Peyronie e pênis torto congênito são a mesma coisa?

Não. A curvatura congênita existe desde a adolescência, não tem placa nem dor; a Doença de Peyronie é adquirida, com placa cicatricial, e costuma começar entre os 40 e os 60 anos. O tratamento é diferente.

Usar cueca apertada ou "dormir torto" causa Peyronie?

Não. A causa mais aceita é a cicatrização anormal de pequenos traumas durante a relação sexual em homens predispostos. Cueca, posição de dormir e masturbação não causam a doença.

A Doença de Peyronie causa disfunção erétil?

Pode causar ou piorar. Mais de dois terços dos homens com Peyronie relatam algum grau de dificuldade de ereção, por alteração da circulação no local da placa, por dor ou pela ansiedade. Por isso o Doppler faz parte da avaliação: saber como está a ereção muda a escolha do tratamento.

O tratamento é sempre cirúrgico?

Não. Na fase aguda o tratamento é clínico (dor, tração, vácuo, medicação quando há disfunção erétil). A cirurgia só é considerada na fase estável e quando a deformidade atrapalha a vida sexual.

Vitamina E funciona?

As diretrizes americana e europeia recomendam não usar vitamina E isoladamente para Peyronie, por falta de eficácia comprovada. Em alguns casos ela entra em combinação com outras medidas, sempre como coadjuvante.

Ondas de choque endireitam o pênis?

Não. As ondas de choque têm efeito demonstrado sobre a dor; como tratamento adjuvante para ajudar a estabilizar a doença e a função erétil, a evidência ainda é limitada. Não reduzem a curvatura nem a placa.

Existe injeção que dissolve a placa?

A colagenase (Xiaflex®) é a única injeção com recomendação forte nas diretrizes, para curvaturas entre 30° e 90°, mas não está disponível no Brasil. Verapamil e ácido hialurônico podem ser usados em casos selecionados, com resultados variáveis.

A tração peniana funciona? Quantas horas por dia?

É a medida conservadora com melhor evidência para ganho de comprimento e redução parcial da curvatura, desde que usada com constância por meses. No protocolo que utilizo, o dispositivo de tração multidirecional é usado cerca de 1 hora por dia, por 4 a 6 meses, com treinamento e acompanhamento.

A cirurgia deixa o pênis mais curto?

A plicatura reduz o comprimento em 1 a 3 cm, porque encurta o lado mais longo. O enxerto preserva comprimento, mas tem risco maior de afetar a ereção. Essa troca é discutida abertamente antes de qualquer decisão.

Quando posso voltar a ter relação depois da cirurgia?

Em geral após 4 a 6 semanas, depois de uma reavaliação. O retorno ao trabalho e às atividades leves costuma acontecer em 1 a 2 semanas.

A curvatura pode voltar depois da cirurgia?

A recorrência é incomum quando a cirurgia é feita com a doença estável. Operar na fase aguda aumenta esse risco — por isso a espera de pelo menos 3 meses de estabilidade.

O convênio cobre a cirurgia de Peyronie?

Meu atendimento é particular. Quanto à cobertura de procedimentos, oriento cada paciente sobre relatórios e documentação conforme o caso.

Direto do consultório

Vídeos: Peyronie explicada em 1 minuto

Três dúvidas comuns sobre a Doença de Peyronie, respondidas pelo próprio Dr. Homero.

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A Doença de Peyronie tem um relógio: a fase aguda é o momento de preservar, a fase estável é o momento de corrigir. Nas duas, a primeira coisa a fazer é medir. Atendo no Centro Clínico Cléo Octávio, Asa Norte, com consultas de uma hora, hora marcada e sigilo. Atendimento particular.

Conteúdo educativo, elaborado pelo Dr. Homero Ribeiro de Paula Filho — Médico Urologista, CRM-DF 15092 | RQE 13443. Não substitui a consulta médica. A indicação de qualquer tratamento é individual e definida após avaliação. Última revisão: setembro de 2026.

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