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Pênis torto congênito X Doença de Peyronie

Tempo de leitura: 3 minutos

Apesar das manifestações clínicas parecidas, a Doença de Peyronie e o pênis torto congênito possuem causas diferentes. Por isso, a avaliação de um especialista é muito importante para o correto diagnóstico e tratamento de uma ou outra doença. Enquanto no caso do pênis torto o tratamento é exclusivamente cirúrgico, o estágio ativo da Doença de Peyronie possibilita tratamento medicamentoso.

O que é o pênis torto congênito

O pênis torto congênito tende a se manifestar no fim da adolescência e início da vida adulta, como uma tortuosidade peniana durante a ereção. O grau de desvio e a disfunção sexual possuem uma grande variabilidade. A curvatura, por exemplo, pode ser para qualquer lado, sendo a ventral — virada para o pé — a mais comum.

A doença é uma malformação congênita, ou seja, um defeito na constituição do órgão, que causa uma anomalia morfológica estrutural. Sua ocorrência também pode estar associada à hipospádia — condição genética rara, onde a abertura da uretra fica na parte de baixo e não na ponta do pênis.

Como identificar a Doença de Peyronie

Na doença de Peyronie, microtraumas, doenças metabólicas e autoimunes podem levar a uma desordem do processo de cicatrização do pênis, mais especificamente, na estrutura de revestimento das câmaras de ereção — a túnica albugínea. Assim, há uma formação excessiva de tecido cicatricial — a chamada fibrose. Isso pode levar a mudanças no formato, tamanho e curvatura do órgão e, em alguns casos, dificultar e até impossibilitar as relações sexuais.

Entre os principais sintomas da doença é possível citar:

  • Deformidades no pênis;
  • Ereções dolorosas;
  • Tortuosidade;
  • Diminuição ou afilamento do pênis;
  • Disfunção erétil.

Problemas diferentes, tratamentos diferentes

Quando a curvatura do pênis torto congênito é maior que 30°, geralmente, prejudica a penetração e o órgão pode dobrar. O tratamento é cirúrgico e pode ser realizado por meio da diminuição do lado longo peniano; ou através do aumento do lado curto, com a inserção de um enxerto.

Já a Doença de Peyronie pode ser tratada com medicamentos em sua fase ativa — quando há dor e desconforto, mas as placas ainda não estão totalmente desenvolvidas. No estágio estável, os sintomas permanecem clinicamente inalterados e podem existir placas palpáveis e visíveis ao ultrassom. Neste caso, pode ser indicado o procedimento cirúrgico.

Consulte sempre um especialista

Como a apresentação clínica dos dois problemas é parecida, apenas o especialista poderá fazer o diagnóstico. As duas condições podem afetar psicologicamente o paciente. O tratamento, nos dois casos, é definido a partir de diversos fatores e deve ser individualmente analisado e discutido com o urologista, levando-se em consideração os prós e contras.

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