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Disfunção erétil

A disfunção erétil (DE), popularmente conhecida como impotência, pode ser definida como a incapacidade persistente de o homem obter ou manter rigidez do pênis suficiente para o ato sexual satisfatório.

Apesar de ocorrer em qualquer idade,  ela é mais frequente com o envelhecimento, especialmente, após os 40 anos. Estudos mostram uma prevalência de quase 50% em homens entre os 40 e 70 anos no Brasil.

Disfunção erétil

 Fatores de risco

  • Envelhecimento;
  • Uso de drogas
  • Alcoolismo;
  • Tabagismo;
  • Obesidade;
  • Sedentarismo;
  • Cirurgia de próstata;
  • Radioterapia;
  • Uso de medicamentos como anti-hipertensivos, antidepressivos e antipsicóticos;
  • Problemas psicológicos (depressão, traumas, medo, insatisfação, diminuição da libido);
  • Doenças crônicas (hipertensão arterial, doença de Parkinson, diabetes mellitus).

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico da disfunção erétil é simples. Mas para determinar sua causa é necessário que o urologista realize uma extensa entrevista com o paciente, bem como exame físico e, se preciso, testes laboratoriais. Os fatores que podem contribuir para o problema são diversos e incluem questões psicológicas.

Qual o tratamento?

Como as causas são variadas, o tratamento depende dos fatores físicos e psicológicos que estão contribuindo para a disfunção erétil. Atualmente, estão disponíveis vários tratamentos como uso de medicamentos orais, dispositivos a vácuo, injeções penianas, ondas de choque, prótese peniana e reposição hormonal. Portanto, é individualizado e direcionado, permitindo que o paciente, ou o casal, faça uma escolha esclarecida sobre o melhor tratamento para a satisfação sexual.

Homero Ribeiro – Doctoralia.com.br

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